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OUT FEST para comemorar a primeira década de OUTJAZZ

Ao Vivo, Entretenimento, Música

Quem vive em Lisboa, e quem a visita nos últimos 10 anos sabe como o Out Jazz mudou o panorama do entretenimento na cidade, tornando apetecíveis os muitos jardins, praças e miradouros da cidade, sempre relegados para segundo plano tal é a proximidade e a ubiquidade da praia. São dez anos de festas e de música gratuita nos jardins de Lisboa, e dez anos que se comemoram nos próximos dias 24 e 25 de Setembro no recém nascido festival, OUT FEST.

 

 

O OUT FEST terá, ao contrário do OUT JAZZ, bilheteira mas com preços muito acessíveis (ver em baixo) para o cartaz que oferece distribuído por três palcos. O palco principal – dedicado aos sons que vão desde o soul à eletrónica – contará com a presença de Nicola Conte (DJ Set), Daddy G (Massive Attack), DJ Ride Live Band, Xinobi, Moullinex, entre outros.

O Red Bull Silent Garden vai lançar uma festa imersiva em que o DJ vai tocar para cada pessoa individualmente, com a música a ser transmitida diretamente via Bluetooth para cada par de auscultadores. No primeiro dia, o som vai ser servido por Inês Inlectra e, no segundo, por DJ Carie.

O palco OUT JAZZ mantém-se, com uma presença forte, contando com a presença do Ricardo Toscano, Salvador Sobral, DJ Rykardo e DJ Johnny.

Fora dos palcos o OUT FEST oferece um ambiente único num dos jardins mais emblemáticos de Cascais, um parque infantil para os mais novos e uma zona de Street Food. O OUT FEST conta com o habitual apoio da NCS e da Câmara Municipal de Cascais e da Somersby.

Os bilhetes podem ser adquiridos no OUT JAZZ, Ticketnew e Ticketline

Preço dos bilhetes: 12 euros (diário) e 20 euros (2 dias) // Gratuito até aos 12 anos.

Programação completa: www.out-fest.pt

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Steve Aoki em Documentário

Cinema, Entretenimento, Música

O documentário que retrata a vida de Steve Aoki estreou no Tribeca Film Festival na Primavera e chegou ontem ao Netflix. O Eletrónica já o viu.

O que faz um DJ quando já atingiu o máximo estrelato possível? Um documentário. Foi assim com os Swedish House Mafia e com Hardwell, por exemplo. Se os documentários são boas peças de entretenimento para além de mostrarem aos fãs um pouco mais dos seus heróis é uma discussão inteiramente diferente.

Devo confessar que quando comecei a ver o documentário tinha poucas expectativas. Pensei que vinha aí mais uma ego trip, uma hora e vinte minutos de tretas para encher espaço a vender a marca Steve Aoki. Estava completamente enganada e fiquei muito feliz por ter errado tanto nas minhas premonições.

Um dos pontos em comum que os documentários sobre DJs é a pobreza narrativa. Há pouca história, há pouco para dizer, há pouca consistência narrativa, e deixa-se a componente visual ganhar terreno, mas mesmo que se contrate um realizador de créditos firmados, como Christian Larson chamado a realizar “Leave The World Behind” dos Swedish House Mafia, não há garantias que o filme final seja mais do que um eye candy. Com “I’ll Sleep When I’m Dead” passa-se exatamente o oposto. É muito menos visual e de “encher o olho” e muito mais uma história cheia de dramas de vários tipos – desde a ausência do pai, ao racismo, ao complexo de inferioridade, necessidade de afirmação, problemas com álcool e drogas, morte e perda, entre outros – que não se coíbe de mostrar os momentos mais baixos ou as maiores fragilidades de uma pessoa que resumimos frequentemente a um DJ que “atira bolos à cara das pessoas”. Por vezes é importante confrontar os nossos preconceitos.

A relação com o pai bem sucedido mas ausente, Rocky Aoki, é o leitmotiv do documentário, por mais que se conte a história volta-se inevitavelmente a esta relação tão ausente e idealizada quanto marcante. Não é caso para menos. Rocky Aoki era uma vedeta, um homem de negócios bem sucedido, e o pequeno Steven passa a vida a desejar ter uma relação com o pai ausente, e a querer provar-lhe o seu valor. É o tema recorrente de “I’ll Sleep When I’m Dead”.

Os dias iniciais, a ser criado apenas pela mãe japonesa numa Los Angeles branca também deixaram marcas e Steve Aoki recorda-as vivamente. O momento de viragem vem com a música, nela, e no punk rock em particular, Steve encontra a sua voz e a ponte da sua alma para o mundo exterior. Não a larga mais. O que é lamentável é que ela acabe por ser retratada no documentário como um meio para um fim mais do que um fim em si mesmo, ou seja, se a música é a ponte também nunca passa disso, e a ténue presença de estúdios, de tempo a criar e de uma presença musical que ultrapasse a histórica é notória.

A música tem um papel principal nos tempos do underground, dos clubs underground onde Steve fazia festas, na amizade fraternal com o falecido DJ AM, na Dim Mak, a editora de Steve que lançou inúmeros artistas para a ribalta, e numa frase que Steve cita como sendo da autoria de DJ AM que devia ecoar na cabeça de muitos artistas: “Mata o ego à fome, alimenta a alma.”

Depois vem a sucessão daquilo que todos sabemos: um workaholic compulsivo, que assume a sua incapacidade e até receio de parar, tours mundiais, mais milhas aéreas que qualquer outro artista, palcos por todo o mundo, e o destaque devido ao maior e mais significativo palco europeu (ou talvez mundial), o Tomorrowland, que Steve já encerrou por diversas vezes.

Um dos momentos mais interessantes, e de crossover, acontece quando Steve Aoki perde a data do Madison Square Garden em Nova Iorque e decide ir falar com o Governador de Los Angeles, um político cuja campanha foi apoiada por Steve, e pedir-lhe que permita uma festa nas ruas de Los Angeles. É surreal ver Aoki e um político, não no sentido pejorativo mas pelo facto de ser para nós um cenário longínquo (talvez o nosso atual presidente da República mude isto!).

Para contar a história o documentário conta com entrevistas a membros da família de Steve Aoki, mas também de Diplo, Will.I.Am, Tiësto, Pete Tong, entre outras figuras da indústria.

Quando todos achamos que se está a dar demasiada importância a um pai ausente, e cuja influência se faz sentir exatamente pela ausência, eis que surge o momento de justiça. É à sua mãe, que o apoiou incondicionalmente, que esteve presente em todos os momentos, para quem fica reservada a homenagem final, e muito justamente.

A nota final é muito positiva, “I’ll Sleep When I’m Dead” consegue contar uma história interessante de um percurso de vida e carreira intimamente entrelaçados e mostra toda uma outra dimensão de um artista. Era isto que todos os documentários deviam fazer, acrescentar valor. Fica aqui a nossa recomendação que o vejam, gostem ou não da música ou do DJ que é Steve Aoki, porque temos a certeza que não ficarão indiferentes no final.

A 24 de Agosto Steve Aoki fará uma sessão de perguntas e respostas ao vivo no Facebook, moderado pela jornalista norte americana, Katie Couric, a que poderão assistir na página oficial do Facebook, em http://www.facebook.com/steveaoki

Steve Aoki “I’ll Sleep When I’m Dead” Realizado por Justin Krook está disponível no Netflix.

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Sony Music Compra Ministry Of Sound

Indústria Musical, Música

A Sony Music UK comprou a editora Ministry Of Sound, o que significa que todo o catálogo, artistas e compilações pertencem agora à major. Esta compra traz para o mercado mainstream uma das mais bem sucedidas editoras inglesas que trouxe artistas como Calvin Harris, Mark Ronson, e muitos outros para as luzes da ribalta.

A editora Ministry Of Sound foi lançada em 1993 como uma extensão do club londrino fundado por James Palumbo e funcionava no mesmo edifício em Londres. Os números acumulados da Ministry Of Sound Recordings são, no mínimo, impressionantes com vendas a ultrapassarem a marca dos 70 milhões, nos quais se incluem 40 álbuns que atingiram o famoso Nº1 Britânico bem como 21 singles que conseguiram a mesma proeza.
Esta nova parceria vai permitir que a Ministry of Sound ofereça o seu catálogo a uma escala global e partilhando o seu leque artístico com nomes como Robbie Williams, Beyoncé, Justin Timberlake, Olly Murs, Miley Cyrus e Pharrell Williams, entre muitos outros.

 

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Yves V em Portugal

Ao Vivo, Indústria Musical, Música, Sem categoria

Toca hoje em Portugal, na Pampilhosa da Serra, e amanhã no Pacha de Ofir, numa dupla celebração de aniversário, o 24º aniversário do Pacha e o 29º aniversário de KURA. O Eletrónica falou com ele em antecipação a esta dupla visita ao norte do país.

 

Conta-nos um pouco mais sobre a tua relação com Portugal, um pequeno país onde vens tocar por duas vezes num curto espaço de tempo, não é algo que muitos DJs estranjeiros possam gabar-se.

Adoro visitar Portugal e estou super feliz por estar de volta! As belíssimas praias e a atmosfera de festa que se vive aqui são motivos mais que suficientes para já ter perdido a conta às vezes que vim cá tocar!

 

Sabemos que o DJ e Produtor Português, KURA, é um amigo e que inclusivamente o convidaste para tocar no teu palco no Tomorrowland. Como é que tudo isto aconteceu?

Tocámos juntos no Bliss em Vilamoura no ano passado! Ele está a fazer música incrível e que eu tenho gostado de tocar nos meus sets, e no Tomorrowland ele foi excelente – trouxe o vibe certo às V Sessions!

 

Tens que partilhar connosco qual é a sensação de ter um palco num dos eventos mais importantes do planeta, o Tomorrowland…

É maravilhoso. Tive a sorte de ter muitos produtores que admiro a tocar nas minhas V Sessions [nr: nome do palco de Yves V no Tomorrowland]. Heróis como o Eric Prydz, estrelas a subir no Top100 como o KURA e amigos como o Nicky Romero, Don Diablo, Quintino, Chuckie e o R3hab, entre outros. O Tomorrowland dá-me liberdade total para planear o meu palco anual no festival e eu fico excitado só com a ideia de organizar o palco!

 

Tens um novo tema que já está à venda, uma colaboração com o Laidback Luke, como é que este encontro musical aconteceu?

Aconteceu naturalmente, eu tinha a ideia pronta, ou seja, a melodia do tema do break e os drums no drop. Enviei ao Luke e ele adorou a ideia. Fiquei muito feliz com esta colaboração porque penso que ele levou a música para um nível superior com as alterações que fez no break e com o som massivo que acrescentou no drop, que funciona muito bem na pista.

 

Tens estado em tour pela Ásia, como é a recepção lá? Na China em particular, um país sem acesso ao Facebook e YouTube.

Gosto bastante de tocar na Ásia, e sim, na China não tem Facebook ou YouTube mas têm uma série de outras plataformas de social media, sites de streaming como o Weibo ou o Pyro. Descobri também que o facto de não terem abertura para o mundo exterior através dos sites disponíveis no resto do mundo faz com que os fãs tenham mais vontade de descobrir música nova, e abertura suficiente para ir a um show sem saber o que vão ouvir, com um espírito aberto à novidade. O facto de a cena big room estar a explodir na Ásia também ajuda, claro.

 

É usual os produtores de música inspirarem-se em filmes, jogos ou séries de TV. Partilhas connosco os teus favoritos?

Filmes: Suicide Squad, Ex Machina; Séries de TV: Game Of Thrones, Narcos.

 

Se pudesses samplar qualquer filme ou série, qual seria?

Talvez uma frase do “Suicide Squad” ou do “Narcos”, um maneirismo do Pablo Escobar.

 

O que há no teu estúdio de produção?

Macbook Pro, o Logic Pro X, umas Genelec, e ainda Massive, Sylenth, Nexus, waves, vengeance, etc.

 

Por ultimo mas não de menor importância… o que vais trazer às tuas atuações em Portugal?

O espírito do Tomorrowland, muitos hinos melódios e big room para pôr toda a gente a dançar. Até já, Portugal!

 

Yves V actua hoje, 19 de Agosto, nas Seaside Sunset Sessions na Pampilhosa da Serra e amanhã, 20 de Agosto, no Pacha de Ofir.

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Disclosure vem ao Brasil em Setembro

Ao Vivo, Música

O Disclosure depois do cancelamento do Lollapalooza Colômbia, festival no qual estava confirmado, não desistiu da sua turnê sul-americana.

Em seu site oficial constam duas apresentações no Brasil. Uma no dia 29 de setembro, no Metropolitan – Rio de Janeiro -, e outra em São Paulo, no Citibank Hall, no dia 02 de outubro. Até o momento não foram divulgadas datas para início das vendas e valores dos ingressos.

A dupla eletrônica ainda passa por Colômbia, Peru, Argentina e Chile antes de chegar ao Brasil – veja cartaz abaixo.

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Os Domingos em Lisboa são de Festa

Ao Vivo, Música, Sem categoria, Techno

Já vai na sua terceira edição e são festas que prometem manter o Domingo à noite no calendário de todos os que vivem e visitam Lisboa. Todos os Domingos, pelas 23h, no Lust In Rio, mesmo à beira Tejo as festas LOKKO trazem DJs convidados sempre sob a bandeira do techno, tech house, e house bem como todas as sonoridades underground que façam dançar os resistentes de Domingo à noite.

Este Domingo, 24 de Julho, data histórica, alinha a dupla Wiseguys, dois veteranos do techno nacional, Wla Garcia e Ricardo Ferro (na foto), que juntos têm experiência de cabine e sabedoria musical para garantir a qualidade e diversidade musical. O alinhamento completa-se com John-E, outro talento Português a escutar com atenção e Midinoize que completa assim o alinhamento de All Stars Português. É muito gratificante ver que uma cena tão antiga quanto a cena electrónica portuguesa reconhece finalmente o valor dos seus DJs e produtores.

A entrada é gratuita para elas até às 2 da manhã, e os portadores de pulseira do Brunch Eletronik também não pagam entrada.

Até Domingo!

Evento: http://bit.ly/2a3aM2g

LOKKO: www.facebook.com/Lokkonights

Wiseguys: www.facebook.com/wiseguyslx

John-E: www.facebook.com/JOHNEFANPAGE

Midinoize – www.facebook.com/midinoize

 

 

 

 

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Josh Wink estréia no Warung Beach Club

Música

Não há pressa para bons momentos! Isso é o que podemos dizer sobre a mais que esperada estreia de Josh Wink, que acontece próximo sábado (23) no Warung Beach Club. O artista finalmente chega para sua primeira noite no clube e não temos dúvidas de que será incrível.

Da Filadélfia, Wink tem uma boa história com a música. Ele começou a tocar na década de 1990 e trabalhou bastante até se tornar um dos produtores e fornecedores mais procurados do mundo na cena eletrônica experimental.

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Outro destaque no line-up é Danny Daze. O cara que traz influências de Detroit Techno, Italo Disco e Miami Bass estará de volta ao Warung com novidades. Da última vez no Templo, ele fez história com uma pista de dança lotada dançando a noite toda.

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Para completar a agenda de 23 de julho: rHr, Leo Janeiro, Volkoder, Gui Thome e Danee. Não perca a próxima noite no Warung. Os ingressos estão disponíveis!
warungclub.com

Love is on the LOVE's

Burning Man Chega À Europa

Ao Vivo, Entretenimento, Música

Já não vai ser necessário fazer planos de viagem até aos Estados Unidos para ir a um dos mais icônicos festivais do mundo, o Burning Man. A edição europeia vai realizar-se em Veluwe, na Holanda, de 29 a 31 de Julho.

A organização, a cargo da Burning Man NL, pretende trazer até solo europeu os princípios e as filosofias que regem o evento, a saber os 10 Princípios: inclusão radical, dádiva, desacomodação, auto-confiança radical, esforço de comunidade, responsabilidade cívica, não deixar pegada, participação, imediatez e auto-expressão radical.

Para poderem participar terão que se tornar membros do grupo Burning Man NL no Facebook e depois registarem-se no Burning Man NL Event Membership. Apenas quem se registar terá acesso à compra de bilhete assim que estes sejam postos à venda.

Ainda que tenhamos dúvidas sobre como será uma versão europeia sem o deserto como cenário é óptimo que um festival tão icónico estenda o seu alcance. Até já, Burning Man!

Grupo no Facebook: http://www.facebook.com/groups/109915471603/

 

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Hardwell Nas Nações Unidas

Indústria Musical, Música, Solidariedade

No próximo dia 16 de Junho, Hardwell estará na sede das Nações Unidas em Nova Iorque para participar num evento organizado pelo Ministério Holandês dos Negócios Estrangeiros e a Johan Cruijff Foundation. Hardwell vai atuar e o evento tem como objectivo destacar o desporto como meio para o desenvolvimento e a paz, e terá como convidados especiais ex-futebolistas como Frank Rijkaard, Aron Winter, Kalusha Bwalya, Kanu, bem como dignitários das Nações Unidas.

A presença de Hardwell neste evento mundial servirá também para o DJ comunicar às Nações Unidas o trabalho que a sua Fundação United We Are tem desenvolvido para melhorar o bem estar e a qualidade de vida de crianças através da educação. De recordar que o evento que “World’s Biggest Guestlist”, que juntou mais de 70 mil pessoas em Bombaim, Índia, ajudou mais de 18 mil crianças indianas pobres através da recolha de donativos.

A equipa da Fundação United We Are está neste momento a preparar a próxima ação, num outro país, onde empreenderá esforços para sublinhar uma vez mais a importância da educação das crianças em meios desfavorecidos em todo o planeta.

Para mais informação ou para fazer parte deste movimento solidário visitem www.unitedwearefoundation.com

 

Kygo e o Rio de Janeiro

Entretenimento, Música

 

O álbum de estreia do Norueguês, Kygo, intitulado “Cloud Nine” saiu há pouco e foram revelados os vídeos de “Raging” e “I’m In Love” ao mesmo tempo. Um deles tem o Rio como cenário.
 
“Raging” tem como cenário o Rio de Janeiro visto pelos olhos de um casal brasileiro que, no meio de agitação política e confrontos, continuam se perseguindo pelas belas ruas do Rio passando por cenários bem conhecidos da cidade maravilhosa.
O primeiro longa duração de originais de Kygo tem sido um sucesso nas tabelas de vendas, tendo entrado no top 10 em mais de 25 países, e chegado a número um na sua Noruega natal, Estados Unidos e Suíça. No mercado Inglês atingiu o número 3 do top e subiu também ao top 10 na Holanda e Alemanha, enquanto isso era também um dos álbuns mais procurados nas plataformas de streaming como a Apple Music e o Spotify.
Podem ouvir “Cloud Nine” aqui:
Tracklist
1.         Intro
2.         Stole The Show feat. Parson James
3.         Fiction feat. Tom Odell
4.         Raging feat. Kodaline
5.         Firestone feat. Conrad Sewell
6.         Happy Birthday feat. John Legend
7.         I’m In Love feat. James Vincent McMorrow
8.         Oasis feat. Foxes
9.         Not Alone feat. Rhodes
10.       Serious feat. Matt Corby
11.       Stay feat. Maty Noyes
12.       Nothing Left feat. Will Heard
13.       Fragile feat. Labrinth
14.       Carry Me feat. Julia Michaels
15.       For What It’s Worth feat. Angus & Julia Stone